Na manhã de sexta-feira, 04, o secretário de assistência social, Djahilson Américo e o secretário de Saúde, Francélio Barbosa, participaram de reunião no auditório do Ministério Público de Brasiléia.
Em pauta, o fortalecimento da Rede de Proteção para atendimento às crianças e adolescentes vítimas ou testemunhas de violência e formação do Comitê Gestor da implementação da Lei da escuta protegida no município.
Em 4 de abril de 2017, a causa da proteção à infância passou por um grande marco: Foi sancionada a Lei Federal 13.431/ 2017, que estabelece o sistema de garantia de direitos de crianças e adolescentes vítimas e testemunhas de violência.
Em levantamento realizado, identificamos que os serviços realizados por diversos membros da Rede de Proteção, mesmo que não intencionalmente, terminava por revitimizar crianças e adolescentes, aos fazê-las repetir inúmeras vezes a situação vivenciada, em ambientes inadequados e para profissionais sem capacitação para atuar em casos de violência.
Além dos secretários, estavam presentes o promotor de Justiça, Dr. Juleandro Martins, Dr. Francisco Maia Guedes, presidente do Centro de Atendimento Operacional da Criança e Adolescente (CAOPS), delegado da Polícia civil de Epitaciolândia, Eustáquio, Dr Erick Maciel, delegado da polícia civil de Brasiléia, Sarah Farrath, Presidente do Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente (CEDCA) Joana Bandeira, presidente do conselho municipal dos direitos da Criança e Adolescentes de Brasiléia (CMDCA), Dhiony Gonçalves, representante da sociedade civil do CMDCA, Márcia Simplício, assistente social da secretaria de Educação de Brasiléia, Conselheiras Tutelares, representantes da Polícia militar, kalline Torres, coordenadora da atenção básica de Brasiléia, Rogéria Gondim, coordenadora do CAPS, Caroliny Santos, pedagoga do CRAS, Janayra, coordenadora do CREAS, Luan Fernando, Psicólogo do CREAS, secretária de assistente social de Epitaciolândia, Eliad Maria e equipe.






