Prefeitura de Epitaciolândia e Secretaria da Mulher repudiam agressão a servidora em unidade de saúde da zona rural

A Prefeitura de Epitaciolândia, por meio do prefeito Sérgio Lopes e do vice-prefeito Sérgio Mesquita, divulgou na última quinta-feira, dia 5 de fevereiro, uma nota oficial de repúdio diante da agressão sofrida pela servidora pública Sayonara Lima, ocorrida no posto de saúde da comunidade Maria Bela Flor, na zona rural do município.

De acordo com o manifesto, Sayonara estava em pleno exercício de suas funções quando foi atacada, em um episódio classificado pela gestão municipal como absolutamente inaceitável e contrário aos princípios de respeito, dignidade e segurança que devem prevalecer em qualquer ambiente público, especialmente nas unidades de saúde, que têm como missão cuidar da população.

A administração municipal destacou ainda que não tolera qualquer forma de violência contra servidores e reforçou o compromisso de adotar as medidas cabíveis para garantir a proteção dos profissionais e a manutenção de um ambiente de trabalho seguro.

Em apoio à servidora, a Secretaria Municipal da Mulher de Epitaciolândia, por meio da secretária Jamiere Albuquerque, também emitiu uma nota de repúdio, condenando o ato de violência e se solidarizando com Sayonara Lima. O posicionamento reforça a necessidade de enfrentamento à violência, sobretudo contra mulheres, e a responsabilização dos agressores.

Segundo informações de funcionários da unidade de saúde, o agressor, identificado como Francisco Castro, conhecido na região como “Chico Doido”, não possui vínculo com o posto de saúde, mas frequenta o local de forma recorrente. Ainda conforme relatos, ele é servidor público no município de Brasiléia e já teria se envolvido em diversos conflitos em comunidades, bairros e locais por onde passou, sendo apontado como alguém que frequentemente causa problemas nos ambientes em que convive.

Durante o ataque, Sayonara Lima teve tufos de cabelo arrancados, em agressões praticadas por Francisco Castro e por sua esposa, gerando grande comoção entre colegas de trabalho e moradores da comunidade.

Após o ocorrido, a servidora procurou a Polícia Civil de Epitaciolândia, onde registrou um boletim de ocorrência para que as providências legais sejam tomadas e os responsáveis sejam devidamente responsabilizados.

O caso reacende o debate sobre a segurança de profissionais da saúde, especialmente nas unidades localizadas em comunidades mais afastadas, e reforça a importância de políticas públicas de proteção aos servidores que atuam na linha de frente do atendimento à população.

IMAGENS DO PORTAL 3 DE JULHO:

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