Em várias cidades dos Estados Unidos, autoridades estão lidando com um caso que parece roteiro de filme, mas tem dado dor de cabeça bem real para muita gente. O esquema já ganhou até apelido informal nas redes: o “golpe do abrigo encantador”.
Segundo relatos, mulheres descritas como muito atraentes batem à porta pedindo abrigo temporário, geralmente com histórias emocionantes, malas discretas e um discurso convincente. O problema começa quando o anfitrião, movido por solidariedade (ou empolgação), oferece um lugar para passar a noite.
A cena seguinte tem sido parecida: casa silenciosa, dono dormindo profundamente… e, ao amanhecer, o sumiço misterioso de joias, eletrônicos e outros objetos de valor. A visitante? Já partiu, provavelmente sem deixar endereço para correspondência.
As autoridades recomendam cautela redobrada. “Solidariedade é importante, mas o bom senso precisa dormir do mesmo lado da cama”, alertam fontes policiais. O conselho é simples: evitar convidar desconhecidos para dentro de casa, por mais simpática, ou cinematográfica, que a situação pareça.
Enquanto isso, moradores aprendem uma lição antiga com nova embalagem: se a história parece boa demais para ser verdade, talvez seja melhor oferecer um telefone para chamar um serviço oficial do que as chaves da sala.
No fim das contas, a hospitalidade continua sendo uma virtude, mas a fechadura ainda é uma grande aliada.

