Após anunciar apoio à governadora Mailza Assis no segundo turno das eleições no Acre, ex-deputada federal reage às declarações do senador e aponta descumprimento de compromissos políticos.
A ex-deputada federal Vanda Milani se manifestou após receber críticas do senador e candidato ao Governo do Acre, Alan Rick (Republicanos), em razão de sua decisão de apoiar a governadora Mailza Assis (PP) na disputa do segundo turno das eleições estaduais de 2026.
A mudança de posicionamento político provocou divergências entre Vanda e o grupo liderado pelo senador, trazendo à tona questionamentos sobre alianças, compromissos e acordos estabelecidos ao longo do processo eleitoral.
Em manifestação encaminhada ao portal ContilNet, a ex-parlamentar rejeitou as críticas e negou que sua decisão tenha sido motivada por ingratidão. Segundo Vanda Milani, compromissos políticos assumidos quando passou a integrar o grupo de Alan Rick não teriam sido cumpridos, situação que, conforme sua versão, contribuiu para o rompimento político.
A ex-deputada procurou esclarecer que sua decisão de apoiar Mailza Assis está relacionada a circunstâncias políticas e ao que considera falta de cumprimento de entendimentos anteriormente estabelecidos.
O episódio evidencia as movimentações e os rearranjos de forças políticas no Acre após o primeiro turno das eleições. Com a disputa pelo Palácio Rio Branco chegando à fase decisiva, lideranças estaduais e municipais passaram a redefinir seus posicionamentos, ampliando as articulações em torno das duas candidaturas.
A manifestação de Vanda Milani também demonstra que as divergências entre antigos aliados podem ganhar maior repercussão durante o período eleitoral, especialmente quando envolvem lideranças com trajetória na política acreana.
Ao contestar as declarações de Alan Rick, a ex-deputada apresentou sua versão dos acontecimentos e atribuiu o desgaste da relação política ao suposto descumprimento de compromissos firmados anteriormente.
Até o momento, as alegações apresentadas por Vanda representam sua versão sobre o rompimento, não sendo possível confirmar, apenas com as informações divulgadas, quais compromissos teriam sido estabelecidos ou em que circunstâncias deixaram de ser cumpridos.
Com a proximidade do segundo turno, marcado para 25 de outubro, o posicionamento da ex-parlamentar acrescenta mais um capítulo à disputa pelo Governo do Acre, em um cenário de intensas articulações, declarações públicas e busca por novos apoios políticos.

