FONTE: GAZETA DO POVO
Divulgada nesta segunda-feira (27), a pesquisa do instituto Real Time Big Data revelou os rumos da disputa pelas duas cadeiras do Acre no Senado Federal para as eleições de 2026. O levantamento testou dois panoramas diferentes, demonstrando como a presença do ex-governador Gladson Camelí (Progressistas) impacta diretamente o topo da preferência do eleitorado acreano.
Cenário 1: Com Gladson Camelí na disputa
Na primeira simulação, que inclui o nome de Gladson Camelí entre os concorrentes, o ex-governador assume a liderança isolada com 25% das intenções de voto.
A corrida segue disputada nas demais posições:
- Marcio Bittar (PL): 20%
- Jorge Viana (PT): 16%
- Mara Rocha (Republicanos): 13%
- Sérgio Petecão (PSD) e Eduardo Velloso (Solidariedade): 5% cada
- Inácio Moreira (PSOL): 3%
- Júnior Feitosa (DC): 1%
Neste grupo, os eleitores que optaram por anular ou votar em branco somam 6%, e o percentual daqueles que não souberam ou não quiseram responder também atingiu 6%.
Cenário 2: Sem Gladson Camelí, Marcio Bittar assume a ponta
Caso o ex-governador fique fora do pleito, o panorama sofre alterações significativas. Com a ausência de Camelí, o senador Marcio Bittar (PL) assume o primeiro lugar, registrando 25% da preferência.
A configuração das demais colocações se altera da seguinte forma:
- Jorge Viana (PT): sobe para 19% (segundo lugar)
- Mara Rocha (Republicanos): vai a 16%
- Sérgio Petecão (PSD) e Eduardo Velloso (Solidariedade): empatam novamente, agora com 8% cada
- Inácio Moreira (PSOL): 3%
- Júnior Feitosa (DC): 1%
Neste segundo cenário, os votos brancos e nulos sobem para 8%, enquanto o índice de indecisos ou daqueles que preferiram não opinar dobra para 12%.
Metodologia da Pesquisa
Como a disputa prevê a escolha de dois representantes por eleitor, o levantamento computou o primeiro e o segundo votos de cada participante, consolidando os índices em uma base percentual de 100%.
A coleta de dados foi executada pelo Real Time Big Data entre os dias 22 e 25 de julho de 2026, ouvindo 1.600 eleitores no estado. A pesquisa foi financiada pelo próprio instituto, possui um nível de confiança de 95%, margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, e está devidamente registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo AC-01069/2026.

